segunda-feira, 2 de março de 2009

Crítica ao filme do Jonas Brothers


Eu não tenho nada contra o Jonas Brothers. Não vou dizer também que gosto do som dos caras, claro. Mas no geral nada contra, eles podiam estar roubando, estar matando, mas estão fazendo música.

Mas essa critica do New York Times foi um tanto quanto pesada, sem papas na língua, como diriam por aí...

“Jonas Brothers: The 3D Concert Experience” é tanto um filme quanto um objeto de devoção, um tipo de fetiche feito para induzir ao êxtase. Submeter-se à experiência exige iniciação no culto adolescente da trindade Jonas Brothers – Joe, Kevin e Nick – fornecedores de um guitar pop repetitivo e inofensivo e de um tipo de sexualidade branda que leva um certo tipo de garota adolescente a esperar por 72 horas debaixo de chuva na Times Square por uma chance de vislumbrar seus ídolos.

Dirigido por Bruce Hendricks com uma banalidade esperta, o filme consiste na filmagem de um concerto realizado no Madison Square Garden (Nova York) em 2008 e acrescido de ridículas cenas de bastidores: os irmãos aparecem em uma Virgin Megastore para o lançamento à meia-noite de seu novo álbum, atravessam a multidão de fãs histéricas, compram três cópias e então voltam para a limusine e vão embora.

A principal posição de câmera coloca o espectador em um mar de punhos adolescentes agarrados a câmeras e telefones celulares. Palhetas de guitarras são jogadas contra a tela repetidamente - e em três dimensões! Se você alguma vez já quis penetrar nos pelos do peito de Kevin, isso é o mais próximo que você vai conseguir chegar sem ser afetado por uma ordem de restrição.

Vi AQUI e a original está AQUI.

Vale dizer que está aqui pelo teor assaz verdadeiro demais da crítica.

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